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Novas Diretrizes Curriculares do Curso de Relações Públicas Margarida M. Krohling Kunsch O Ministério da Educação constituiu, por meio da Portaria 595/2010, de 24 de maio de 2010, a Comissão de Especialistas – Margarida Maria Krohling Kunsch (presidente), Cláudia Peixoto de Moura, Ésnel José Fagundes, Márcio Simeone Henriques, Maria Aparecida Viviani Ferraz, Paulo Roberto Nassar de Oliveira e Ricardo Ferreira Freitas – responsável pela articulação nacional dos trabalhos de renovação da grade curricular do Curso de Relações Públicas. A proposta do MEC é alterar a concepção dos cursos do campo da Comunicação, segundo a modalidade de habilitações, transformando-os em cursos autônomos e reduzindo, com isso, o número excessivo de nomenclaturas para terminologias específicas que vigora atualmente nas graduações existentes. A Comunicação Social continua sendo a grande área de conhecimento e as respectivas habilitações, ora vigentes, se converterão em cursos específicos. O curso de Jornalismo foi o primeiro a fazer a revisão das diretrizes curriculares, em 2009, proposta que se encontra, no momento, em processo de análise e avaliação pelo Conselho Nacional de Educação. Agora, a iniciativa coube às Relações Públicas. Sob a coordenação da Comissão de Especialistas e da equipe técnica do MEC, a sociedade civil e as comunidades, acadêmica e profissional, de Relações Públicas vêm sendo mobilizadas, em todas as regiões do País, para a participação nas audiências públicas e na consulta pública virtual –
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. A colaboração de todos é fundamental ao esforço democrático e abrangente de renovação e fortalecimento da área de Relações Públicas. Enviem suas contribuições com vistas à elaboração do documento final, com a proposta de novas diretrizes curriculares do Curso de Relações Públicas. No dia 19 de agosto ocorreu a primeira Audiência Pública da Região Sul, em Porto Alegre, no espaço da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul.
As audiências públicas e a consulta virtual estão abertas a sugestões, basicamente, sobre três questões: o perfil esperado do profissional de Relações Públicas, diante das transformações políticas, culturais, sociais e tecnológicas contemporâneas; as competências necessárias à formação superior, e os mecanismos, conteúdos curriculares, padrões de qualidade e instrumentos de formação do profissional a serem incorporados pelas instituições de ensino superior. A Comissão de Especialistas em Relações Públicas espera contar com a efetiva participação dos segmentos interessados nas Relações Públicas e na Comunicação Organizacional – professores, coordenadores, profissionais, empresários, estudantes, entidades do setor e áreas afins da Comunicação Social, bem como de representantes da sociedade civil em geral. Trata-se de um momento histórico de grande relevância e uma oportunidade singular para redefinirmos os rumos da formação superior em Relçaões Públicas no Brasil. |